"Sê dono da tua vontade e escravo da tua consciência." Aristóteles
19.11.09

O PONTO DE PARTIDA

O CDS atravessa hoje um momento único e determinante da sua história. Os resultados obtidos e a confiança que merecemos dos eleitores permitem-nos acreditar de novo no papel decisivo que o partido pode ter na mudança e modernização de Portugal. O país reclama soluções concretas e políticas focadas, descomprometidas com os poderes instalados e exige uma voz forte e rigorosa que, com responsabilidade, ajude a recuperar a confiança dos cidadãos no funcionamento do regime e das suas instituições.

Nunca como hoje foi tão evidente que só o CDS pode protagonizar esse discurso e essa mudança. A oportunidade que o partido atravessa é talvez única na sua história, e esse é um desafio para que todos estamos convocados. Para o cumprirmos com sucesso, precisamos de ser mais.

Mais exigentes quanto ao nosso funcionamento e aos nossos processos e à forma como, também através deles, nos credibilizamos. Mais activos no recrutamento de novos quadros e na mobilização da nossa gente. Mais fortes a intervir e a liderar o debate político, na forma como ouvimos e nos fazemos ouvir, dentro e fora das sedes. Mais criativos nos métodos e ritmos de trabalho que propomos aos nossos militantes. Mais plurais a acarinhar os que cá estão, incorporando as suas críticas e aceitando as suas divergências. Mais tranquilos no nosso crescimento, sem receio de partilharmos a nossa influência.

Queremos pôr o CDS do Porto a mexer, com a mesma energia com que Paulo Portas cunhou o partido, tornando possível o sonho do “Porto do futuro”! É em nome dessa viagem fantástica que queremos fazer consigo e que não podemos fazer sem si que nos recandidatamos.

O DESTINO QUE QUEREMOS

Ao longo da última década, o CDS do Porto pode orgulhar-se de ter sido a alavanca mobilizadora de um novo paradigma de gestão autárquica, e de um novo modo de relacionamento do poder autárquico com instituições e cidadãos. O CDS tem sido e será um leal e importante parceiro na coligação que mudou o Porto e o trabalho dos seus autarcas a todos deve orgulhar. Mas também aí se inicia agora uma nova viagem. Uma viagem para a qual precisamos de um CDS de todos e para todos, capaz de dar asas à ambição do Porto, que tem de conquistar a liberdade de poder escolher o futuro do seu papel. Livre e sem amarras, apenas comprometida com o Porto do futuro, esta recandidatura vem propor-lhe fazer parte dessa viagem.

No rumo que traçámos, o CDS do Porto não pode demitir-se de liderar o debate sobre os problemas que a região enfrenta. Desde logo, o problema da centralização asfixiante a que o Porto tem sido votado, que só beneficia os directórios partidários do bloco central. À luz da realidade multipolar que enforma Portugal, a tradição municipalista do CDS por um lado e a necessidade de devolver à região do Porto os instrumentos da sua afirmação, colocam-nos no centro do discussão sobre a regionalização, as suas vantagens e os seus inconvenientes. O CDS é a única força que possui o descomprometimento e os recursos necessários à condução dessa discussão, a qual não abdicaremos de travar, recolhendo o contributo de todos para, com clareza e criatividade, propormos responsavelmente aquela que concluirmos ser a melhor solução para a Região e para o país.

O destino que queremos passa também pela afirmação da marca de excelência do Porto. Estamos com os que querem de facto construir a Cidade da Ciência, do Emprego e da Inovação Social. Esta aposta, sobretudo num quadro financeiro difícil, deve afirmar-se como prioridade, potenciando a Criatividade, o Conhecimento e a Inovação, verdadeiras ferramentas da construção de um modelo de desenvolvimento para a Cidade que queremos reinventar. Estamos também com os que de facto querem construir a Cidade do Património, ao serviço de todos, que atraia familias, permita construir gerações que não decidam fugir ou virar as costas à cidade por ela se encontrar de costas voltadas para elas. Estamos ainda com os que se empenham em colocar o Porto na liderança regional, transfronteiriça e nacional e estaremos na linha da frente de um discurso de desenvolvimento regional desassombrado, apaixonante e corajoso. Não esquecemos que vivemos o período do maior ataque à autodeterminação de um pólo de desenvolvimento com a importância do Noroeste Peninsular, e assistimos, com orgulho, à mobilização dos nossos vizinhos da Galiza pela dinamização do Aeroporto do Porto. Numa perspectiva mais nacional, elegemos o projecto do Metro do Porto como uma prioridade. Defendemos que a região e o seu talento são capazes de fazer da Metro do Porto um exemplo de sucesso e exigimos do Governo a sensatez de reverter de imediato o modelo de governance que lhe impôs. Estamos ao lado dos que de facto contribuem para a afirmação do Porto, enquanto cidade de futuro, que procura uma dimensão internacional e é capaz de captar os melhores recursos que a Europa e o Mundo têm para oferecer. E estamos do lado dos que tiverem a grandeza e a capacidade de articular uma politica de efectiva promoção e divulgação da Cultura, que obrigue os cidadãos a pensar, a questionar-se e a superar-se, tornando-a fonte e motor de desenvolvimento social e económico, geradora de mais conhecimento e de mais riqueza.

A VIAGEM PARA QUE O CONVIDAMOS

O CDS tem hoje uma equipa de autarcas renovada, competente e comprometida com o mandato que recebeu dos seus conterrâneos. É com eles que devemos preparar o futuro, acompanhando o seu trabalho, apoiando a sua iniciativa e garantindo-lhes o amparo doutrinário, jurídico e político necessários à sua intervenção. Há muito a fazer. É preciso agilizar os canais de comunicação entre o partido e os seus representantes, garantindo a visibilidade da sua intervenção e promovendo a sua articulação com o discurso local. Propomo-nos desenvolver um modelo rigoroso, sobre o qual todos prestaremos contas, de acompanhamento recíproco e periódico com os nossos vereadores, deputados municipais e membros de assembleias e de executivos de juntas, co-responsabilizando todos pela articulação de estratégias e pelo reforço da posição de liderança que o CDS não pode deixar de desempenhar nestes fóruns.

Emprestaremos ao partido no Porto uma marca de rigor e exigência, onde todos são bem-vindos e onde cada palavra é escutada com atenção. Onde as decisões se tomam com coragem e responsabilidade, de forma transparente e participada, sem silêncios coniventes ou constrangimentos cúmplices. Para isso, o CDS do Porto tem de habituar-se a reunir mais os seus militantes e menos as suas cúpulas. Não seremos verdadeiros intérpretes da sua vontade se, em cada momento, a traduzirmos no conforto da nossa conveniência. Comprometemo-nos, por isso, a estimular a boa prática que se iniciou no final do mandato que ora cessa, reunindo os plenários do partido pelo menos 2 vezes por ano e a dinamizar fóruns de discussão sectoriais e concretos.

Não prescindiremos também de ter uma palavra activa no processo de reorganização do partido que o nosso crescimento eleitoral tornou inadiável. Os novos canais de transmissão de informação devem também ser utilizados pelos órgãos locais do partido, aproximando-os dos militantes e dos eleitores, como uma porta aberta que a todos convida. O partido moderno e actuante que queremos ajudar a construir tem de ser eficaz no complexo xadrez da sociedade de informação e comunicação.

Convidamo-lo para esta nova viagem porque acreditamos que, consigo, ela será um sucesso. A nossa recandidatura tem as marcas indestrutíveis da abertura, da independência, da unidade e da renovação. Move-se por uma ideia nova de partido, por uma ideia de futuro da cidade e por um país de excelência. Não se move contra ninguém nem rejeita consensos. Assenta numa ética rigorosa de respeito pelo próximo, de empenho no trabalho, de liberdade de consciência e de firmeza na decisão. Se concorda connosco, não esqueça que só isso não chega. Precisamos do seu apoio e do seu voto. Na fantástica viagem que lhe propomos, todos são importantes e cada um de nós pode fazer a diferença. Dia 26 de Novembro, entre as 18 e as 22 horas, não deixe de ter uma palavra a dizer e não deixe que a digam por si. Aceite o nosso convite e visite-nos em www.cdsportodefuturo.blogs.sapo.pt e viaje com a Lista B!

    

Miguel Barbosa

Carlos Furtado

Filipa Correia Pinto

 

 

link do postPor cdsportodefuturo, às 22:16  comentar

De Joaquim Ramalho a 20 de Novembro de 2009 às 14:56
A probidade dos membros da lista e particularmente do seu presidente, fez com que aceitasse o convite que me foi endereçado. A recandidatura do Engº Miguel Barbosa significa o incremento de uma ininterrupta abertura e asseveração do nosso partido na região do Porto. O seu próximo mandato permitirá desenvolver a independência do partido, sendo o único que está em condições de permitir liberdade de escolha na peleja autárquica. As pessoas que acompanharam, de uma forma efectiva, o seu trabalho no mandato anterior, percebem a importância que o Engº Miguel Barbosa teve na afirmação do CDS na região. Os resultados não admitem qualquer dúvida.

ELEIÇÕES NO CDS DO PORTO

Dia 26 de Novembro, das 18h às 22h, na Rua Ricardo Severo

COMISSÃO POLÍTICA

Miguel Barbosa

Gonçalo Lobo Xavier
Afonso Cabral
André Rocha Pinho
Mafalda Botelho Gomes

Luis Lencastre

António Folhadela
Miguel Dias
Camil Laljee

Gonçalo Magalhães

Verónica Veiga de Faria
Joaquim Ramalho

Maria Lacerda
Pedro Soares Pinto
Tiago Freitas

MESA DO PLENÁRIO CONCELHIO
Carlos Furtado
João Moreira Porto
José Mexia

 

ASSEMBLEIA DISTRITAL
Filipa Correia Pinto
Gonçalo Lobo Xavier

João Castro Pinheiro
André Rocha Pinho
Afonso Cabral
Luis Lencastre
Verónica Veiga de Faria
António Folhadela

Camil Laljee
Pedro Soares Pinto

 

MANDATÁRIO

Manuel Queiró

CARTA DE PRINCÍPIOS

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